Jeff The Killer Vs Slenderman

Em um beco molhado e escuro, Sarah tentava se localizar usando a fraca luz do seu celular para iluminar o caminho a sua frente. Sarah fazia seu caminho aos arredores de seu bairro, em torno de uma área densamente arborizada.

Ela estava encolhida em seu casaco pois estava muito frio e a tempestade parecia durar uma eternidade. Além da escuridão, suas pálpebras estavam pesadas devido à chuva e ela não conseguia enxergar muita coisa, mas ela teve a impressão de ter visto algo branco se mover em sua visão periférica.

Ela parou e olhou ao redor. Nada.

Ela continuou andando um pouco mais rápido para chegar logo em sua casa.
Sarah reconheceu o lugar que estava, e lembrou-se de um atalho que leva ela direto a rua de sua casa, ela costumava usar esse atalho quando brincava de esconde-esconde com seus amigos quando era criança.
Porem esse atalho era por uma pequena trilha no meio da floresta.
No início ela até hesitou, mas chegou a decisão que precisava chegar em casa o mais rápido possível.

Sarah então entrou na floresta.
Logo na primeira árvore ela notou algo estranho, havia uma marca feita na árvore, era um círculo com um “X” dentro, ela não sabia a origem nem o significado daquilo então ela imaginou que era apenas um símbolo de alguma gangue do seu bairro ou algo do tipo.

Continuando pela trilha ela se lembrou dos momentos de diversão e lembranças daquele lugar quando era criança. Ela pensou em voz alta.

CLOCKWORK: SEU TEMPO ACABOU!

ClockWork Your Time is up!

TRADUÇÃO: SIGMA TERROR


Uma menina estava sentada em seu quarto. Ela tinha o cabelo castanho com pequenas tranças bagunçadas, assim como seus olhos castanhos que olhava para a porta. Ela abraçou sua girafa de pelúcia bem perto de seu pequeno corpo enquanto ouvia os gritos altos da discursão entre de seu pai e sua mãe.
-Eu nunca deveria ter feito nenhum desses filhos – Gritou uma voz alta masculina – Tudo que eles fazem é reclamar e rabiscar as paredes…
Ele foi cortado pelo alto grito da mãe das meninas.
-Não fale assim dos seus filhos David! Elas são apenas crianças!
-Não fode Mary! Eu não quero ouvir suas desculpas inúteis! Já aguentei o suficiente com elas!
– E o que você pensa em fazer David?

A menina ouviu os passos altos vindo em direção ao quarto dela e ela abraçou ainda mais forte a pequena girafa.
A porta foi violentamente aberta e na porta estava o enorme e irritado pai segurando um livro grande e pesado em uma de suas mãos carnudas.
-Por favor! Pare com isso David! – Gritou a mãe.
O pai ignorou os gritos suplicantes de sua esposa. Ele agarrou a menina pelo pescoço, ela gritou, chutou, se contorceu e tremeu de medo. O pai das meninas ergueu o enorme livro didático em direção ao pequeno rosto da criança.
-Isso é pelos desenhos e rabiscos em minhas paredes! Sua vadia.


Jason, O criador de brinquedos.

Jason the ToyMaker - by Krisantyl

TRADUÇÃO: SIGMA TERROR


Não tenho muitas lembranças do meu passado. O rosto dos meus verdadeiros pais estava desfocado na minha mente. Eu tinha apenas alguns flashes da minha infância, nomes sem rostos e escuridão total.
Aos nove anos de idade algo aconteceu comigo. O trauma foi tão grande que me fez querer esquecer a maior parte da minha vida, felizmente ou não, eu esqueci. Minha única lembrança vívida, porém, muito nebulosa está relacionado a quem devia ser meu melhor amigo antes do trauma. Era uma imagem dele ainda borrada na minha mente, de fundo uma risada junto com a melodia de uma caixinha de música. Se eu forçar bem, ainda podia ver seus olhos castanhos e cabelos mogno escuro. Lembrei-me de seu sorriso amigável, mas nada mais. O resto desapareceu na escuridão.

Sem ninguém saber do meu passado, eu fui levado à um orfanato. Impressionantemente fui adotado. Madalena e Steven me trouxeram de volta a sensação e calor de ter uma família, era um sentimento que eu também havia esquecido.

Manda Nudes

TRADUÇÃO: SIGMA TERROR

Nós nos conhecemos em um grupo no Whatsapp. Tudo começou inocentemente. Gostávamos de conversar sobre interesses incomuns (livros, youtubers, musicas, etc), Mas depois de alguns dias nossas conversas se tornaram mais... picantes. Eu prometo que vou poupar os detalhes. O ponto é, eu nunca tinha me envolvido em um relacionamento pela internet antes e foi emocionante. Um mistério nessa coisa toda me intrigava. Nós nunca tinha vistos qualquer foto um do outro e também nunca mandamos áudio.

Eu já tive muitos relacionamentos maravilhosos com mulheres no passado, mas para ser honesto, eu nunca teria sonhado em cortejar uma menina,  a menos que eu ficasse atraído fisicamente por ela em primeiro lugar.

Ela nunca me disse seu verdadeiro nome, mas me pediu para chama-la de HoneyBee. Eu não me importava muito com a identidade. Naquela época eu já tinha uma namorada.

O nome dela era Melissa e nós já estávamos juntos há dois anos. Ela sempre foi muito boa para mim e certamente não merecia um namorado como eu que se envolvia emocionalmente com outras pessoas pela suas costas. Nosso relacionamento estava estagnado. Nós quase nunca fazíamos amor e eu sempre sentia um vazio dentro de mim. HoneyBee preenchia esse vazio e eu não me sinto mal por isso já que não havia nenhum contato físico entre nós.

Como o inferno realmente é.

TRADUÇÃO: SIGMA TERROR
NARRAÇÃO: CLIQUE AQUI PARA OUVIR



Bem vindo ao inferno meu amigo. Não, também não é o que eu esperava quando cheguei aqui pela primeira vez. Acho que ninguém esperava isso.

O inferno é um trabalho de escritório.

O inferno não parece ser tão ruim, não é? Praticamente o paraíso comparado ao que nos é dito enquanto estávamos vivo, sem aqueles lagos de lavas, chamas e tudo mais. Quero dizer, com certeza não é um daqueles escritórios do centro de São Paulo com horário de pausa, massagem uma vez por dia nem água filtrada. Não temos ao menos um cubículo onde poderíamos ter um pouco de privacidade enquanto trabalhamos.

Nada disso, é apenas um escritório com piso plano que parece ser infinito. Nada além de mesa de trabalho e filas e filas de mesa de metal cinza sob uma iluminação fluorescente doentia. Essas pessoas sentadas nas mesas são seus novos colegas de trabalho e sim também são pecadores que foram condenados ao inferno. Você vai ouvir uma tosse ocasional ou alguma fungada, mas na maior parte, tudo é muito tranquilo.

Por quê?

Não fui cuidadoso quando entrei na Deep Web

TRADUÇÃO: SIGMATERROR

A Deep Web é uma das coisas mais incríveis do mundo. Não é por causa das coisas doentias que podemos encontrar lá, mas porque é uma visão completamente sem censura das pessoas. Você pode falar o que pensa; comprar o que quiser; fazer o que quiser; na Deep Web você tem liberdade total.
Desde que descobri, fiquei fascinado pela Deep Web e o que vou contar agora, aconteceu quando eu estava na faculdade. Muitos colegas do meu campus haviam acessado a Deep Web. Era quase uma tendência. Com tantos conhecidos navegando por lá, me parecia seguro eu também navegar e descobrir sobre as coisas que acontece lá.

Agora eu sempre ouvi também histórias de terror da Deep Web, histórias de pirataria, tropeços em sites de desgosto e até mesmo as pessoas que de alguma forma encontram seu endereço. Estas histórias foram as que me manteve fora da Deep Web, mas como a maioria das pessoas na minha faculdade usavam de um computador normal, eu decidi tentar. Eu perguntei a um amigo para me ajudar a configurar. Quando ele chegou, abriu meu notebook e começou a configurar tudo.

Ele me disse que estávamos usando o Thor, um navegador que permite que você acesse a Deep Web.
Ele também me perguntou  se eu estava pensando em fazer alguma coisa ilegal, eu respondi que não.


A Origem do Profeta Risonho

4 de abril de 2013
Meu nome é Edgar. Edgar Macedo. Tenho 14 anos, moro em Florianópolis, Santa Catarina. Esse é o meu primeiro diário, então eu não sei muito bem como escrever essas coisas.
 Enfim, estou escrevendo isso no computador por que é mais rápido, e escrever à mão é simplesmente um saco. Eu não sei muito bem como diários funcionam, se eu não me engano eu devo escrever como foi meu dia. Na verdade, não foi nada demais. Minha vida anda a mesma merda de sempre: estudo e vídeo-game. A da minha irmã que está ficando louca. Ela já tem dezesseis, e em breve estará no terceiro ano do ensino médio, o que dizem que é o ano mais corrido e estressante da escola.
 Meus pais andam, como sempre, bem distantes, trabalhando o dia inteiro. É meio chato passar o dia sozinho... quer dizer, meus pais sempre foram bem distantes, e não reclamo por isso. Afinal, se eles não trabalhassem tanto, não teríamos toda essa condição financeira que temos hoje. Digo mais pela minha irmã mesmo. Antigamente éramos muito próximos, brincávamos o dia todo. Nunca lembro de termos brigado uma única vez. Mas nos últimos tempos ela passa o dia trancada no quarto. Segundo ela, ela passa o dia lá estudando. Mas eu sei que não é isso. Anna está entrando em depressão. Ela estuda muito para passar pro curso de medicina, mas por algum motivo pensa que não será capaz. Talvez seja a enorme pressão sobre ela, não sei. Só sei que ela passa o dia trancada no quarto, chorando.
E nos fins de semana, quando ela finalmente sai do quarto, ela quase não fala comigo: vai visitar Daniel, seu melhor, e provavelmente único amigo. Eu tenho medo daquele rapaz. É um ano mais velho do que ela. Tem a pele morena, olheiras profundas, e sempre está com uma feição cansada. Conheci ele ano passado. Apesar de à primeira vista meter medo em qualquer um, ele é realmente bem inteligente. Escreve poemas belíssimos, e está sempre lendo algum livro de literatura clássica. Mais recentemente, vi que estava lendo “Crime e Castigo” de algum autor russo cujo nome é impronunciável.
Acho que é basicamente isso. Já são quase meia noite e eu realmente preciso dormir. Amanhã tenho uma prova de química.

12 de abril de 2013
Provas, provas, e mais provas. Não que eu esteja reclamando, elas não são difíceis, eu sempre tive facilidade em aprender. Mas é que a vida anda muito cinza. É quase como se o tempo tivesse parado. Nada acontece. Nada nunca vai acontecer. É todo dia essa mesma merda de rotina. Já estou de saco cheio de tudo isso, sinceramente.

Creepypasta Cueio


O relato a seguir foi me enviado por um amigo hacker, conhecido na inter web como Cop. Não tenho noticias dele já faz um tempo.

Eu costumo hackear sites, roubar templates das páginas, descriptografar códigos e depois vender para outros hackers, que se rotulam profissionais, mas não quero entrar nesses detalhes desnecessários, eles nem sequer estão relacionados com a história. Eu só que entendam que ganho a vida com isso, hackear é uma arte e assim eu me considero um “Picasso”.

 No dia 1 de abril de 2014 eu decidi trollar alguns youtubers roubando suas senhas, lendo alguns e-mails pessoais e quem sabe assistir algum vídeo privado inédito antes que qualquer outro. Eu comecei minha diversão roubando várias contas de amigos e trocando suas senhas, mas salvando tudo no bloco de notas para devolver para eles no dia seguinte.

Aniversário com os Freddy's



Você sabe, os pais estão sempre encontrando novas maneiras de entreter ou enriquecer a criatividade de seus filhos. De fato, os primeiros anos são os mais importantes na vida de uma criança quando se trata de desenvolver sua mente jovem. Comigo não foi diferente.
Minha mãe sempre me levava aos fliperamas se eu me comportasse em casa e na escola, eu adorava passar algumas horas me divertindo lá. Ela também me levava aos parques com playgrounds onde eu levava algumas broncas por sujar minhas roupas. Não havia muitas variedades de lugares onde eu brincava, mas os que tinham são onde eu tenho minhas melhores lembranças. 

No meu aniversário de sete anos, minha mãe me levou para comemorar no Freddy Fazbear Pizzaria. Era para ser um lugar divertido, pelo que me lembro: Um lugar mágico para as crianças e também adultos, onde a fantasia e a diversão ganhava vida, ou algo parecido. Parecia uma ideia divertida, eu estaria mentindo se eu dissesse que não estava animado em ir para lá.

O Profeta Risonho



“Pessoas estão morrendo na cidade. Essa cidade de cinzas já está demasiado pútrida, sem sal, sem gosto, sem vida. E eu trago a boa nova. Sou eu aquele que observa a todos de longe. Sou eu que passo meus dedos frios pelo seu rosto quando você acorda de madrugada, com medo, sem entender o por quê de ter acordado aquela hora, e com uma desconfortável sensação de que está sendo observado. Pessoas morrem. Eu às levo. Eu sou o condutor do trem de passagem. Estique-me sua mão e toque meus dedos. Se você merecer, eu te levo comigo.

-O Profeta Risonho”

A carta fora deixada ao lado do cadáver. Seria clichê demais se estivesse escrita com sangue. Não. Fora escrita à caneta. Preta. Em um pedaço de papel. Branco.
O cadáver? Destroçado. Pudera a pobre coitada resistir, talvez. Mas fora inútil. Seu estômago estava aberto em cortes cirúrgicos e precisos. Coisa de profissional, sem dúvida.
No rosto da pobre coitada, os olhos ainda abertos estavam embebidos de terror. “Puta que me pariu...” pensou “Que filho da puta maníaco faria uma coisa dessas?”
Tiago era o policial encarregado da operação. Eram cinco da manhã, ou quase isso. O sol começava a raiar pelo mato do lado de fora da casa, e dava um tom mais ameno à cena do crime.
Era uma pequena casa de tijolos, abandonada e fodida, sem telhado e com as paredes meio derrubadas. Ficava no meio do mato. O corpo da garota, estendido no chão, fazia qualquer um que achasse aquele início de manhã bonito se lembrar de como o ser humano não passa de um monte de merda.
Além de Tiago, outro policial fazia companhia ao cadáver: seu nome era Rafael. Rapaz jovem, porém sagaz.
Os dois fumavam, apoiados na parede, com a esperança de que a fumaça e a nicotina afastasse de suas narinas o fedor da pobre coitada estraçalhada no chão.
-Eu ainda custo a acreditar que alguém faria isso com uma garota tão bonita- falou Rafael, em meio a baforadas.
-E eu custo a acreditar que alguém faria isso.
-Será que o filha da puta estuprou ela antes ou depois de estraçalhar?
-Eu nem quero pensar nessa merda! Sai pra lá!
-Fica frio, Tiago. Olha ela aí. Quantos anos cê acha que ela tem, hein?
-Tinha, cê quer dizer, né?
-Tinha, tem, foda-se. Quantos anos?
Tiago segurou a fumaça nos pulmões por um segundo, para refletir. Enquanto a nicotina (mais queria ele que fosse cannabis) preenchia seus alvéolos pulmonares e fazia o trabalho que o oxigênio não podia de lhe relaxar, turbilhões de imagens preencheram a sua mente.
-Dezenove no máximo.- respondeu ele.